sexta-feira, 2 de maio de 2014

Falemos de fatos reais.

Cotas, oportunidade de emprego para PCDs, inclusão no mercado de trabalho. 

Temas  distintos um do outro, mas que muitos insistem em colocar em um único pacote. 
É claro que estão relacionados, mas não são iguais. 
Cotas - relativo  à legislação. Toda  empresa (dependendo do número de  funcionários), deve ter um percentual  de Pessoas  Com Deficiência.  Caso contrário a multa pode ser bem salgada. 
LEI Nº 8.213, DE 24 DE JULHO DE 1991, lei de contratação de Deficientes nas Empresas.  Lei 8213/91, lei cotas para Deficientes e Pessoas com Deficiência dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais. 
Art. 93 - a empresa com 100 ou mais funcionários está obrigada a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas portadoras de deficiência, na seguinte proporção: 
- até 200 funcionários.................. 2% 
- de 201 a 500 funcionários........... 3% ´
- de 501 a 1000 funcionários......... 4% 
- de 1001 em diante funcionários... 5% 

Oportunidade de emprego para PCDs, assim como a inclusão no mercado de trabalho vão além do "cumprir  cotas", consiste no respeito ao profissional, independente de sua condição física. É dar oportunidade de crescimento profissional, não apenas uma "ocupação".  
Sejamos sensatos, coerentes em diferenciar os temas, sem coloca-los em um pacote generalizado de hipocrisias e suposições.  
Julgar a capacidade mediante um exame superficial é burrice! 
Apostar na capacidade e na superação profissional é sinal de maturidade administrativa, é apostar na capacidade de superação humana, no "ir além das expectativas". Assim, é ter um  profissional dedicado, capaz, consciente de si mesmo, sedento por crescimento. 

domingo, 2 de junho de 2013

Terapeutas Sophie & Kora

Após um dia de trabalho duro, estressante, você chega em casa e duas criaturas se jogam em seu colo, fazendo da sua chegada um festa... não há stress que resista.
Sempre ouvi coisas sobre terapias com cães, mas o que eu tenho com essas duas vai muito além. Carinho, respeito, dedicação cuidado... e, o melhor, a humanidade canina.

sábado, 18 de agosto de 2012

Edição do dia 17/08/2012 17/08/2012 22h12 - Atualizado em 17/08/2012 22h12 Tecnologia ajuda a criar novos aparelhos para pessoas deficientes

Equipamentos desenvolvidos por pesquisadores independentes em feira de SP tentam atrair indústrias para serem fabricados em larga escala, mas preços elevados ainda tornam mercado inacessível para muitos.

terça-feira, 27 de março de 2012

Reatech 2012


Reatech é a tradicional Feira Internacional de Tecnologia em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade que acontece anualmente, levando para o público interessado novidades no mercado de reabilitação de pessoas com deficiência.


A XI edição da Reatech será nos dias 12 a 15 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes São Paulo-SP, na Rodovia dos Imigrantes Km 1,5, na cidade de SP. Para o site com mapa acesse http://g.co/maps/8jkuw Para receber o crachá antecipado acessehttp://www.inscricaofacil.com.br/cipa/reatech/


O evento é organizado pelo Grupo CIPA FIERA MILANO. Estão presente no evento autoridades, políticos, congressistas, profissionais no setor, atletas e toda pessoa interessada na causa da igualdade de condições do deficiente físico. A entrada no evento é gratuita.


Para obter mais informações acesse o sitehttp://www.reatech.tmp.br/

domingo, 25 de dezembro de 2011

Expectativas Profissionais Inclusivas


Há quase um ano formada em Sistemas de Informação, minhas expectativas profissionais vinham se afunilando.
Percebo que na maioria das vezes a proposta é que eu me adéqüe às funções e às instituições. Os movimentos inclusivos parecem privilegiar uma minoria da qual sinto não fazer parte. 
A dificuldade na fala e na escrita nunca me impediram de concretizar sonhos...  Hoje, estou admitida numa multinacional tenho – aos 36 anos – a primeira oportunidade de trabalhar na área na qual escolhi. Uma área na qual se abre um imenso leque de possibilidades, como a de T.I., presente hoje em todos os segmentos.
Me surpreendi com a maneira com que fui recebida na empresa, as iniciativas simples, que fizeram com que eu me sentisse a vontade no desempenho de minhas funções. O acolhimento, a preocupação de oferecer um ambiente acessível, comum à todos fazem com que as diferenças se tornem mínimas, imperceptíveis.
A perspectiva de desenvolver um trabalho com seriedade e competência era constantemente barrada por um exame médico ou um entrevistador despreparado –, pelo menos no que se diz respeito à pessoa com deficiência. Em momentos como esse o que menos importava era capacidade.
Construir uma carreira vitoriosa, ascendente, satisfatória é o objetivo de qualquer profissional, objetivo este não muda que não muda mesmo que eu use rodas ou me comunique através de sinais, construir um futuro digno superando limitações, obstáculos criados por mentes retrógadas, não podem impedir meu vôo. 
Expectativas mudam... Sonhos se transformam...
Eu quero crer que Inclusão não é mais que uma palavra usada por políticos, em seus longos discursos. Que ações inclusivas devem ser estendidas a todos e não apenas a uma minoria.
Quero crer que sou capaz de exercer funções de maneira competente, que posso aprimorar meus conhecimentos e vencer, não só os meus limites, mas também a visão limitada dos que me julgam incapaz.
Independente delas, sigo meu vôo, planando por terras desconhecidas, desbravando, conquistando, vencendo. Fechando o ano de 2011 com chave de ouro, Graças à Deus.

Acessibilidade – Questão de Inteligência



Independente de classe social, cor, religião, um fato é inegável: mulher adora fazer compras (inclusive eu, que uso rodas), e estar à vontade em uma loja pode fazer toda diferença.  No caso de lojas de roupas alguns detalhes são fundamentais, como provadores adaptados, com barras de apoio, corredores largos e rampas. Detalhes que, além de fazer com que eu fique mais a vontade, certamente fará com que eu me torne cliente do estabelecimento e ainda o indique. Porém na maioria das vezes, as coisas não transcorrem dessa forma.
Muitas lojas de departamentos, por exemplo, dispõe seus produtos nos corredores de maneira que mal cabem suas pessoas, que dirá uma cadeira-de-rodas. Dificultando a locomoção no interior do estabelecimento, os lojistas também acabam perdendo clientes em potencial.
A inacessibilidade começa muitas vezes do lado de fora das lojas: nas calçadas inadequadas, sem rebaixamento, com desníveis assustadores.
A conscientização de que pessoas com deficiência representam uma fatia de mercado de mais de 15% da população brasileira (cerca de 28 milhões de pessoas) é uma forma inteligente de atrair uma parte da população que, se bem atendida, pode representar lucratividade certa.
Investir em acessibilidade, na adaptação de todo o comércio é uma oportunidade para conquistar clientes. Grande parte desse público é economicamente ativa, independente, consome e contribui para movimentar a economia. Motivo pelo qual é necessária a atenção do lojista, no sentido do comércio varejista executar simples adaptações para melhorar a acessibilidade e mobilidade nos estabelecimentos
Concluindo: o investimento em acessibilidade não é de responsabilidade apenas do poder público e além de ser uma questão de justiça social também trata-se de estratégia de negócio
Procedimentos dessa natureza viabilizam uma vida mais confortável, independente e lucratividade certa.
Garantir a acessibilidade no comércio abrange muito mais coisas do que o espaço é acessível com rampas é preciso que o local efetivamente adequado, conforme as normas. Tudo normalizado – as inclinações, altura de corrimãos, instalação de mobiliários, tipo adequado de piso
No entanto existem tipos de deficiência que exigem outros tipos de adaptações. Deficientes auditivos, por exemplo, seriam muito bem atendidas se o comércio disponibilizasse um intérprete de LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais – coisa que é garantido por lei nos estabelecimentos públicos
Deficientes visuais, no entanto, possuem necessidades distintas, como piso “podotátil”, com texturas e relevos diferenciados, elevadores com sintetizador de voz, indicadores em braile nas botoeiras dos elevadores e nas portas das salas e dos banheiros, portas automáticas dotadas de sensores, as quais se abrem mediante aproximação, facilitando o tráfego dessas pessoas.
Enfim, seja qual for a deficiência, o comerciante que investir em acessibilidade pode abocanhar um público de cerca de 28 milhões de pessoas que corresponde a 15% da população brasileira. Parcela significativa da população, pessoas que consomem e precisam ter as suas necessidades atendidas
Medidas simples, de fundamental importância para o acesso às compras, como alteração da disposição de produtos nas gôndolas, carrinhos adaptados, corredores mais amplos, vagas demarcadas para pessoas com deficiência física, demonstram respeito para com o cliente e inteligência do comerciante, que terá o retorno desse investimento.  

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência

III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência
Tivoli Hotels
Alameda Santos, 1437 – Jardim Paulista -São Paulo - SP
Interessados devem inscrever-se até dia 17/10, pelo endereço http://3encontro.sedpcd.sp.gov.br/inscricao.php