Após um dia de trabalho duro, estressante, você chega em casa e duas criaturas se jogam em seu colo, fazendo da sua chegada um festa... não há stress que resista.
Sempre ouvi coisas sobre terapias com cães, mas o que eu tenho com essas duas vai muito além. Carinho, respeito, dedicação cuidado... e, o melhor, a humanidade canina.
domingo, 2 de junho de 2013
sábado, 18 de agosto de 2012
Edição do dia 17/08/2012 17/08/2012 22h12 - Atualizado em 17/08/2012 22h12 Tecnologia ajuda a criar novos aparelhos para pessoas deficientes
Equipamentos desenvolvidos por pesquisadores independentes em feira de SP tentam atrair indústrias para serem fabricados em larga escala, mas preços elevados ainda tornam mercado inacessível para muitos.
terça-feira, 27 de março de 2012
Reatech 2012
Reatech é a tradicional Feira Internacional de Tecnologia em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade que acontece anualmente, levando para o público interessado novidades no mercado de reabilitação de pessoas com deficiência.
A XI edição da Reatech será nos dias 12 a 15 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes São Paulo-SP, na Rodovia dos Imigrantes Km 1,5, na cidade de SP. Para o site com mapa acesse http://g.co/maps/8jkuw Para receber o crachá antecipado acessehttp://www.inscricaofacil.com.br/cipa/reatech/
O evento é organizado pelo Grupo CIPA FIERA MILANO. Estão presente no evento autoridades, políticos, congressistas, profissionais no setor, atletas e toda pessoa interessada na causa da igualdade de condições do deficiente físico. A entrada no evento é gratuita.
Para obter mais informações acesse o sitehttp://www.reatech.tmp.br/
domingo, 25 de dezembro de 2011
Expectativas Profissionais Inclusivas
Há quase um ano formada em
Sistemas de Informação, minhas expectativas
profissionais vinham se afunilando.
Percebo que na maioria das
vezes a proposta é que eu me adéqüe às funções e às instituições. Os movimentos
inclusivos parecem privilegiar uma minoria da qual sinto não fazer parte.
A dificuldade na fala e na
escrita nunca me impediram de concretizar sonhos... Hoje, estou admitida numa multinacional tenho
– aos 36 anos – a primeira oportunidade de trabalhar na área na qual escolhi.
Uma área na qual se abre um imenso leque de possibilidades, como a de T.I.,
presente hoje em todos os segmentos.
Me surpreendi com a maneira
com que fui recebida na empresa, as iniciativas simples, que fizeram com que eu
me sentisse a vontade no desempenho de minhas funções. O acolhimento, a
preocupação de oferecer um ambiente acessível, comum à todos fazem com que as
diferenças se tornem mínimas, imperceptíveis.
A perspectiva de desenvolver
um trabalho com seriedade e competência era constantemente barrada por um exame
médico ou um entrevistador despreparado –, pelo menos no que se diz respeito à
pessoa com deficiência. Em momentos como esse o que menos importava era
capacidade.
Construir uma carreira
vitoriosa, ascendente, satisfatória é o objetivo de qualquer profissional,
objetivo este não muda que não muda mesmo que eu use rodas ou me comunique
através de sinais, construir um futuro digno superando limitações, obstáculos
criados por mentes retrógadas, não podem impedir meu vôo.
Expectativas mudam... Sonhos
se transformam...
Eu quero crer que Inclusão
não é mais que uma palavra usada por políticos, em seus longos discursos. Que
ações inclusivas devem ser estendidas a todos e não apenas a uma minoria.
Quero crer que sou capaz de
exercer funções de maneira competente, que posso aprimorar meus conhecimentos e
vencer, não só os meus limites, mas também a visão limitada dos que me julgam incapaz.
Independente
delas, sigo meu vôo, planando por terras desconhecidas, desbravando,
conquistando, vencendo. Fechando o ano de 2011 com chave de ouro, Graças à
Deus.
Acessibilidade – Questão de Inteligência
Muitas
lojas de departamentos, por exemplo, dispõe seus produtos nos corredores de
maneira que mal cabem suas pessoas, que dirá uma cadeira-de-rodas. Dificultando
a locomoção no interior do estabelecimento, os lojistas também acabam perdendo
clientes em potencial.
A
inacessibilidade começa muitas vezes do lado de fora das lojas: nas calçadas
inadequadas, sem rebaixamento, com desníveis assustadores.
A conscientização
de que pessoas com deficiência representam uma fatia de mercado de mais de 15%
da população brasileira (cerca de 28 milhões de pessoas) é uma forma
inteligente de atrair uma parte da população que, se bem atendida, pode
representar lucratividade certa.
Investir
em acessibilidade, na adaptação de todo o comércio é uma
oportunidade para conquistar clientes. Grande parte desse público é
economicamente ativa, independente, consome e contribui para movimentar a
economia. Motivo pelo qual é necessária a atenção do lojista, no sentido do
comércio varejista executar simples adaptações para melhorar a acessibilidade e
mobilidade nos estabelecimentos
Concluindo: o investimento em
acessibilidade não é de responsabilidade apenas do poder público e além de ser
uma questão de justiça social também trata-se de estratégia de negócio
Procedimentos
dessa natureza viabilizam uma vida mais confortável, independente e
lucratividade certa.
Garantir
a acessibilidade no comércio abrange muito mais coisas do que o espaço é acessível com rampas é preciso que o
local efetivamente adequado, conforme as normas.
Tudo normalizado – as inclinações, altura de corrimãos, instalação de
mobiliários, tipo adequado de piso
No
entanto existem tipos de deficiência que exigem outros tipos de adaptações.
Deficientes auditivos, por exemplo, seriam muito bem atendidas se o comércio
disponibilizasse um intérprete de LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais –
coisa que é garantido por lei nos estabelecimentos públicos
Deficientes
visuais, no entanto, possuem necessidades distintas, como piso “podotátil”, com
texturas e relevos diferenciados, elevadores com sintetizador de voz,
indicadores em braile nas botoeiras dos elevadores e nas portas das salas e dos
banheiros, portas automáticas dotadas de sensores, as quais se abrem mediante
aproximação, facilitando o tráfego dessas pessoas.
Enfim,
seja qual for a deficiência, o comerciante que investir em acessibilidade pode
abocanhar um público de cerca de 28 milhões de pessoas que corresponde a
15% da população brasileira. Parcela significativa da população, pessoas que
consomem e precisam ter as suas necessidades atendidas
Medidas
simples, de fundamental importância para o acesso às compras, como alteração da
disposição de produtos nas gôndolas, carrinhos adaptados, corredores mais
amplos, vagas demarcadas para pessoas com deficiência física,
demonstram respeito para com o cliente e inteligência do comerciante, que terá
o retorno desse investimento.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência
III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência
Tivoli Hotels
Alameda Santos, 1437 – Jardim Paulista -São Paulo - SP
Interessados devem inscrever-se até dia 17/10, pelo endereço http://3encontro.sedpcd.sp.gov.br/inscricao.php
Tivoli Hotels
Alameda Santos, 1437 – Jardim Paulista -São Paulo - SP
Interessados devem inscrever-se até dia 17/10, pelo endereço http://3encontro.sedpcd.sp.gov.br/inscricao.php
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
11 de outubro
Meus caros, refletindo sobre o dia 11 de outubro - dia do deficiente físico - surgiu um questionamento:
No dia das mães parabenizamos, presenteamos;
No dia dos pais parabenizamos, presenteamos;
No dia das crianças parabenizamos, presenteamos;
E no dia do deficiente físico parabenizamos, presenteamos??
Comemoramos a ausência de acessibilidade nos grandes centros urbanos, no transporte público?
Comemoramos o descaso das autoridades "competentes"
Há o que comemorarmos?
Seguindo esse raciocínio que tal ao invés de comemorar o "dia do deficiente físico", lembrarmos do "dia de conscientização dos direitos do deficiente físico"??
Fica aqui a sugestão.
TEXTO DO PERFIL:
Empresas Amigas da Acessibilidade
http://www.facebook.com/profile.php?id=100002983030865
Assinar:
Postagens (Atom)
