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Entretanto ao tentar acessar esse caminho, me deparei com carros estacionados em frente aos portões e bloqueado a passagem das rampas.
Depois de tudo isso fui informada que há uma rampa no outro lado da escola - do outro lado do quarteirão.
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Você é livre?
Reflita.
Você é livre para ir e vir?
A constituição assegura isso, mas na prática, isso é uma realidade?
Podemos ir a todos os lugares?
Podemos afirmar que nossas ruas, calçadas, nos garantem acessibilidade e segurança?
Não! Na prática, essa direito nos é cerceado, muitas vezes por absoluta falta de conhecimento.
Em outras situações, é a falta de segurança nos fazem reféns de nossos próprios grades e portões - acorrentados ao medo da perda.
Livre para falar o que pensa, para falar do que acredita, para falar de sua fé?
Tem sido perigoso - creiam -, falar de sua fé, filosofia de vida. Não se sabe se, ao defender um ideal, você pode ser ovacionado ou agredido - ou mesmo morto.
Você é livre para falar de suas vontades e desejos e, ainda assim não ser julgado, condenado?
Quantos não são rechaçados por tão somente o que são.
Você é livre para gastar seu tempo com coisas que tocam a alma?
Não! Como "tempo é dinheiro", os ponteiros do relógio se tornam os nossos Senhores, nos acorrentando aos grilhões de dogmas, de instituições falidas e de falsas verdades, tudo isso ao som do "tic-tac".
Somos livres? Nossas mentes amordaçadss são livres?
Nossas almas doentes estão livres?
Difamação, alarde...
Quando as pessoas pedem esclarecimentos, mudanças, algumas autoridades dizem que estão difamando o poder público, causando alarde, desconforto.
Senhores, se o decreto não estivesse contradizendo o estatuto (LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015), e a Urbes não estivessem contradizendo o decreto, não estaríamos nesse impasse, nessa discussão.
Não há necessidade de vitimizaçăo, apenas a adequação do Decreto municipal 23.346/2017.
Simples!
Em virtude das mudanças previstas no Transporte Especial de Sorocaba (assunto da postagem anterior), seria formada uma comissão com representantes de várias entidades da cidade que auxiliam pessoas com deficiências.Não seria interessante se as grandes empresas - que empregam PCD’s -, pudessem contar com um profissional especializado em Tecnologia Assistiva dando consultoria, tanto ao empregador quanto ao colaborador?
Seria uma maneira de se fazer as adaptações necessárias, sem erros - ou seja, minimizando possíveis retrabalho, consequentemente gastos desnecessários.
O termo "Tecnologia Assistiva" não é tão difundido quanto deveria, assim, muitos desconhecem a gama de dispositivos que podem auxiliar pessoas com alguma limitação.
Difundir esse tema é uma questão de utilidade pública - ou deveria ser considerado como tal.
A TA abrange desde uma simples barra de apoio até um carro adaptado com a mais alta tecnologia, um arsenal que proporciona conforto, independência, bem-estar.