Escrever sempre foi um prazer. Me lembro da minha Olivetti portátil verde - fazia as provas com ela, no colegial.
Então veio o ensino técnico - o PC era a bola da vez - me recordo da a professora Angela Oshiro falando da "convergência digital", da vinda da "terceira onda". Tudo parecia tão utópico - a tecnologia através de um único cabo, um único aparelho. Parecia fantástico, coisa de filme de ficção científica - parecia que ela descrevia um episódio de "Star Trek".
Algum tempo depois, na faculdade, veio o "Notebook" - presente de um primo que mora nos Estados Unidos - ferramenta que me auxiliou de forma incontestável durante o curso.
Agora, digitando esse texto através de um "smartphone", no qual, o que eu menos faço é fazer ligações telefônicas, penso nas aulas da Angela Oshiro e no quando isso tudo me permitiu.
Seja no trabalho, na vida cotidiana, a tecnologia tem me permitido alçar vôos mais distantes.
Minhas asas estão maiores e o horizonte muito mais amplo.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Asas Maiores...
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